Atravessei fronteiras, servi mesa por 5 anos e ainda faço entrega. O NexFood nasceu entre um pedido e outro — de madrugada, depois do expediente.
Sou cubano. Estudei Engenharia Automática em Cuba, mas não cheguei a me formar: quando apareceu a chance de mudar de vida, eu fui. Cruzei fronteiras por terra até entrar no Brasil por Roraima.
Sem rede, sem referências, sem falar português. Só a vontade de construir uma vida melhor.
"Trabalhei em restaurantes por 5 anos para me sustentar. E foi lá que entendi o problema que eu resolveria depois."
Foram 5 anos de garçom. Anotei pedido, servi mesa, lavei prato quando precisava. E vi de perto o que acontecia com os donos: cardápio impresso desatualizado, pedido chegando por aplicativo que fica com mais de 20% de cada venda, e nenhuma informação sobre quem era o cliente.
O restaurante fazia a comida, pagava o aluguel, segurava a equipe — e o cliente era do aplicativo.
Hoje trabalho em um escritório de comércio exterior e, no tempo livre, faço entregas por aplicativo. Não conto isso para parecer humilde: conto porque é daí que vem cada decisão do NexFood.
Na garupa, vejo o delivery pelo lado de quem espera na porta do restaurante. No escritório, aprendi que dinheiro parado e prazo longo quebram qualquer negócio pequeno.
Por isso o NexFood tem três regras:
Sem comissão por pedido. Quem faz a comida fica com a venda.
O dinheiro vai direto para o restaurante. Pix e cartão pelo Mercado Pago, sem o NexFood no meio.
O cliente é do restaurante. Nome, telefone e histórico são seus, para exportar quando quiser.
"Vi dono de restaurante entregar mais de 20% de cada pedido para um aplicativo que nem deixava ele saber quem era o cliente. Isso tinha que mudar."— Nadin Garcia, fundador do NexFood
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